QUANDO VIREI BROKER, AS PORTAS DAS MARINAS SE FECHARAM — E ISSO MUDOU MINHA CARREIRA
Durante boa parte da minha vida profissional, entrar em uma marina nunca foi um problema. Na verdade, durante muitos anos eu nem pensava em portaria. Eu chegava, entrava, fazia o meu trabalho e seguia a vida. Foram anos navegando pelo Brasil como capitão. Depois vieram os anos trabalhando diretamente com a Ferretti. Eu circulava por marinas, iates clubes, estaleiros, oficinas e embarcações de clientes praticamente sem dificuldades. Até que, no final de 2009, eu saí da Ferretti e comecei a trabalhar por conta própria. Foi aí que descobri uma coisa curiosa sobre o mercado náutico brasileiro: eu continuava sendo o mesmo profissional, mas a forma como o mercado me enxergava tinha mudado. E muitas portas começaram a se fechar. ANTES DE SER BROKER, EU JÁ VIVIA DENTRO DAS MARINAS Minha história profissional não começou em 2009. Muito antes disso, passei aproximadamente 16 anos como capitão do barco do Maricange. Naquela época eu viajava pelo Brasil inteiro. Entrava em marina no Su...