MULHERES NO COMANDO: ELAS SEMPRE TIVERAM LUGAR A BORDO — FALTAVA O MERCADO PERCEBER
TER UM BARCO NÃO PRECISA SER UM BICHO DE SETE CABEÇAS — E A NÁUTICA PRECISA FALAR MAIS COM AS MULHERES Assisti a um vídeo da empresária Betty Eisenbraun falando diretamente com mulheres que têm vontade de entrar para o mundo náutico. A abordagem dela me chamou a atenção porque toca numa questão que, para mim, não é nova. Eu trabalho nesse mercado desde os anos 80 e convivo profissionalmente com mulheres a bordo há décadas. Por isso, quando falo que gostaria de ver mais mulheres na náutica, não estou falando de uma tendência que apareceu agora. Estou falando de algo que eu já vi funcionar na prática. Mulheres pilotando. Mulheres manobrando. Mulheres trabalhando como marinheiras. Mulheres como ajudantes. Mulheres como capitãs. Mulheres comprando barco. Mulheres decidindo. Mulheres comandando. E talvez esteja justamente aí uma das maiores oportunidades que o mercado náutico brasileiro ainda não percebeu completamente. MINHA EXPERIÊNCIA COM MULHERES A BORDO COMEÇOU NOS ANOS 90 ...