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SEA7 RENT: CHARTER EM FLORIANÓPOLIS PARA QUEM QUER VIVER O MAR COM CONFORTO E LIBERDADE

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Florianópolis é uma cidade completamente diferente quando vista pelo mar. Praias, ilhas, costões, enseadas e áreas protegidas transformam a região em um dos cenários mais interessantes do Sul do Brasil para quem deseja navegar, reunir a família, receber amigos ou simplesmente passar algumas horas longe da rotina. E existe uma maneira de viver tudo isso sem necessariamente comprar uma embarcação. Essa é a proposta da Sea7 Rent. Com opções de barcos e yachts de aproximadamente 30 a 76 pés para locação em Florianópolis e região, a Sea7 Rent atende diferentes perfis de clientes, desde casais e pequenas famílias até grupos que procuram embarcações maiores, com mais conforto, estrutura e áreas de convivência. Mas existe um princípio importante por trás da operação: o ponto de partida não é o barco. É a experiência que o cliente deseja viver. NÃO EXISTE UM BARCO CERTO PARA TODO MUNDO Essa talvez seja uma das principais diferenças entre simplesmente alugar uma embarcação e planejar...

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O VERDADEIRO USO DO BARCO: MUITO MAIS FAMÍLIA DO QUE FESTA

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Quem acompanha o mercado náutico apenas pelas redes sociais pode acabar criando uma imagem bastante distorcida sobre o que significa ter um barco. Vídeos de festas, música alta, grandes grupos de pessoas e cenas de verão costumam ganhar muito mais visualizações do que uma família navegando tranquilamente em um domingo. O problema é que aquilo que aparece mais nas redes sociais nem sempre representa aquilo que realmente acontece no dia a dia da náutica. Depois de décadas convivendo com proprietários, famílias, marinheiros e embarcações dos mais diferentes portes, posso afirmar: para a grande maioria dos proprietários, o barco está muito mais próximo de uma casa de praia do que de uma casa noturna. O BARCO COMO EXTENSÃO DA FAMÍLIA Para muitos proprietários, a embarcação se transforma em uma verdadeira extensão da casa. É onde a família passa o final de semana, recebe alguns amigos, prepara o almoço, mergulha, conversa, descansa e acompanha o pôr do sol. É comum encontrar pais...

QUEEN YAZ: DEARSAN ENTREGA SUPERIATE DE 50 METROS E REFORÇA A ASCENSÃO DA TURQUIA

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Novo flagship de 50,2 metros combina casco de aço, design contemporâneo, grandes áreas externas e evidencia a crescente força da indústria turca no mercado mundial de superiates. A indústria turca de construção naval acaba de adicionar mais um nome de peso à sua crescente frota de superiates. O Queen Yaz, superiate de 50,2 metros construído pelo estaleiro turco Dearsan Shipyard, foi oficialmente entregue ao seu proprietário em Tuzla, Istambul, em 10 de agosto de 2026. A entrega acontece cerca de dois meses depois do lançamento da embarcação, ocorrido em junho.  Mais do que simplesmente um novo iate de luxo entrando em operação, o Queen Yaz representa um movimento que merece atenção: a Turquia deixou há algum tempo de ser apenas uma alternativa de produção de menor custo e passou a disputar projetos customizados de grande porte com alguns dos principais polos tradicionais da indústria mundial. UM SUPERIATE DE 50 METROS CONSTRUÍDO PARA VIDA A BORDO Com 50,2 metros de comp...

HÁ MAIS DE MIL ANOS, A CHINA JÁ USAVA A TECNOLOGIA QUE AINDA MOVE BARCOS ENTRE DIFERENTES NÍVEIS

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Quando observamos hoje uma grande eclusa operando em um canal, com enormes comportas fechando, milhões de litros de água entrando ou saindo e embarcações sendo elevadas ou rebaixadas lentamente, é fácil imaginar que estamos diante de uma criação relativamente moderna. Não estamos. O princípio fundamental desse sistema tem mais de mil anos. Registros históricos atribuem ao oficial e engenheiro chinês Qiao Weiyue o desenvolvimento, por volta de 984 d.C., de uma das primeiras eclusas de câmara conhecidas da história, durante a Dinastia Song. A invenção mudaria de forma definitiva a engenharia dos canais e o transporte de embarcações. O PROBLEMA ERA FAZER OS BARCOS VENCEREM DIFERENÇAS DE NÍVEL Canais artificiais dificilmente percorrem grandes distâncias mantendo exatamente a mesma altitude. Em determinados pontos, o terreno sobe ou desce, criando diferenças entre os níveis de água. Para uma estrada, isso pode ser resolvido com uma subida. Para uma embarcação, naturalmente, não....

HONDA TESTA CONFIABILIDADE E EFICIÊNCIA EM DESAFIO DE 7.300 MILHAS NÁUTICAS NO GREAT LOOP 2026

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A Honda Marine tornou-se patrocinadora principal do Great Loop Challenge 2026, uma jornada de mais de 7.300 milhas náuticas por algumas das principais rotas navegáveis da América do Norte. Mais do que uma ação de marketing, a iniciativa funciona como um grande teste de campo para a marca. Uma navegação dessa dimensão exige confiabilidade mecânica, eficiência de combustível, autonomia operacional e resistência dos sistemas de propulsão ao uso prolongado. Ao associar sua marca ao desafio, a Honda reforça uma tendência crescente na náutica de recreio: fabricantes utilizando grandes travessias e expedições como vitrines reais para demonstrar desempenho e confiabilidade fora das condições controladas de testes. Em um mercado onde autonomia e segurança operacional ganham cada vez mais importância, 7.300 milhas valem mais do que qualquer discurso publicitário. Ney Broker 38 anos de experiência no mercado náutico brasileiro Due Diligence Naval • Laudo Blindado 217 Itens Broker • Su...

IATES NÃO MOVIMENTAM APENAS MARINAS. ELES MOVIMENTAM ECONOMIAS INTEIRAS.

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A disputa entre destinos internacionais para receber grandes iates está mudando de escala. Quando uma embarcação de grande porte chega a uma região, o impacto vai muito além da vaga na marina. Ela gera demanda para tripulação, manutenção, oficinas, combustível, suprimentos, restaurantes, transporte, hospedagem, turismo e comércio local. É um verdadeiro efeito multiplicador. Dois destinos ajudam a mostrar esse movimento. A Indonésia, com mais de 17 mil ilhas, vem fortalecendo sua posição no turismo náutico internacional. Regiões como Bali, Komodo, Raja Ampat e as Ilhas Gili atraem embarcações de maior porte e estimulam investimentos em marinas, serviços e infraestrutura. Do outro lado do mundo, Montenegro consolida sua posição no Adriático. Porto Montenegro, Kotor e Tivat combinam localização estratégica, infraestrutura para grandes iates, serviços especializados e um ambiente cada vez mais preparado para proprietários e tripulações internacionais. O ponto central é simples:...

DO APERITIVO AO CHURRASCO: COMO A CULTURA A BORDO MUDOU E TRANSFORMOU A ROTINA DOS MARINHEIROS

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Sou de uma época em que quem tinha barco era, normalmente, uma família de alto poder aquisitivo. E, curiosamente, quase nenhuma embarcação tinha churrasqueira. No dia anterior ao passeio, a cozinha da casa já começava a trabalhar. A empregada preparava tudo. Às vezes era uma paella, uma macarronada de camarão, um risoto de frutos do mar, tortas, tábuas de frios, patês caseiros, sanduíches, camarão ao bafo, mexilhão, petiscos... Tudo pronto. Na manhã seguinte, o motorista levava as caixas térmicas para o barco. O marinheiro não era churrasqueiro. Ele apenas servia a comida na hora certa. E sobrava tempo para fazer aquilo que um barco nasceu para fazer: navegar. A gente saía do ponto A sem destino fixo. Contornava uma ponta, visitava uma ilha, fundeava para um mergulho, levantava a âncora, seguia para outra enseada, conhecia uma praia diferente e passava o dia explorando. Ninguém tinha pressa para chegar. O passeio era a navegação. Durante 16 anos da minha carreira eu prat...

O MEGAIATE NIXIE, A DISPUTA BILIONÁRIA E AS INVESTIGAÇÕES QUE LEVARAM O CASO ÀS MANCHETES

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O mundo dos superiates costuma ser lembrado pelo luxo, pela engenharia e por cifras impressionantes. Mas, ocasionalmente, uma negociação ultrapassa os limites do mercado náutico e passa a ocupar espaço nas páginas policiais e econômicas. Foi exatamente isso que aconteceu com o megaiate Nixie , uma embarcação de 102,4 metros construída pela Lürssen Yachts e avaliada em cerca de € 350 milhões . Nos últimos meses, o nome do iate passou a aparecer em reportagens que envolvem disputas judiciais internacionais, alegações sobre comissões de corretagem e investigações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro. Uma negociação que terminou na Justiça Segundo reportagens publicadas pela imprensa especializada e por veículos de economia, a venda do Nixie deu origem a uma disputa envolvendo uma comissão milionária de intermediação. O caso tramita na Justiça inglesa e gira em torno da participação de empresas e profissionais que alegam ter atuado na aproximação entre comprador e ve...

NIXIE: O MEGAIATE DE R$ 2 BILHÕES QUE ESTÁ REDEFININDO O FUTURO DO LUXO E DA ENGENHARIA NAVAL MUNDIAL

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O mercado de superiates vive um momento de constante evolução. A cada novo lançamento, os estaleiros disputam quem consegue entregar mais tecnologia, conforto e inovação. Em 2026, um dos lançamentos que mais chamou a atenção foi o Nixie , um megaiate de 102,4 metros construído pelo tradicional estaleiro alemão Lürssen Yachts . Avaliado em aproximadamente € 350 milhões , o equivalente a cerca de R$ 2 bilhões , o Nixie ganhou destaque recentemente por uma disputa judicial internacional envolvendo sua venda. No entanto, muito além da polêmica, a embarcação representa um dos projetos mais sofisticados da engenharia naval contemporânea. Um novo conceito de megaiate Assinado pelo renomado estúdio britânico RWD , o Nixie apresenta linhas elegantes e contemporâneas, combinando um casco de tom cinza com uma superestrutura em alumínio que cria a sensação de grandes terraços suspensos sobre o mar. O conceito do projeto foi transformar a embarcação em um verdadeiro resort flutuan...

EU FUI PIONEIRO NO BRASIL. E ESTÁ NA HORA DE EXPLICAR O QUE É UM VERDADEIRO MARINE SURVEY.

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Ao longo dos meus 38 anos no mercado náutico, vi muitas profissões nascerem. Vi surgir corretores. Vi surgir marinheiros particulares. Vi surgir empresas de charter. E também vi muita gente começar a se apresentar como "survey". O problema é que poucos sabem o que realmente significa essa palavra. Hoje qualquer pessoa faz um teste de mar de uma hora, preenche uma planilha pronta e entrega um papel dizendo que fez um survey. Não fez. Fez uma vistoria superficial. São coisas completamente diferentes. Pouca gente sabe, mas eu comecei a desenvolver esse tipo de trabalho ainda em 2003. Naquela época praticamente ninguém fazia isso no Brasil. Foi justamente nesse período que tive a oportunidade de trabalhar para um dos maiores estaleiros do mundo. Lembro até hoje de uma frase que ouvi inúmeras vezes. "Nei, eu não quero elogios. Eu quero problemas." Essa frase mudou completamente a minha forma de enxergar uma embarcação. O objetivo nunca foi provar que um barco...

NINGUÉM ACREDITOU NA PROPOSTA... ATÉ QUE UMA SAFRA DE SOJA COMPROU UMA PHANTOM 360

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Ao longo dos meus 38 anos no mercado náutico, já recebi propostas de todo tipo. Apartamento. Terreno. Carro. Jet ski. Permutas das mais variadas. Mas teve uma negociação que nunca esqueci. Foi a venda de uma Phantom 360. Na época, o proprietário me procurou para vender a embarcação. O desafio era um só: ele queria um valor acima do que o mercado vinha pagando. Fui sincero: — Vou anunciar. Mas acredito que será difícil conseguir esse valor. Mesmo assim, fiz o ensaio fotográfico, teste de mar,  preparei o anúncio e publiquei a embarcação na OLX, que, naquela época, era uma das principais plataformas de venda de barcos. Alguns dias depois, meu telefone tocou. Era um empresário do agronegócio. Ele foi direto ao assunto: — Ney, é exatamente esse barco que eu procuro. Mas não quero pagar em dinheiro, nem tenho dinheiro disponível agora. Imaginei que ele fosse oferecer um imóvel ou algum veículo como parte do pagamento. Mas ele continuou: — Tenho uma safra de soja para receber...

ESSA SEMANA LI UM ARTIGO DA REVISTA NÁUTICA E ME LEMBREI DA MINHA PASSAGEM PELA FERRETTI

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Essa semana li um excelente artigo da Revista Náutica sobre a importância do planejamento patrimonial e da gestão de embarcações acima de 80 pés. A leitura imediatamente me fez lembrar da minha passagem pela Ferretti Group, entre 2003 e 2010, e também da realidade que vivo hoje administrando 28 embarcações na Marina Pier 33, em Biguaçu (SC). Na época em que trabalhei na Ferretti, muita gente imaginava que vender um iate significava simplesmente entregar as chaves ao proprietário. Na prática, era exatamente o contrário. A entrega da embarcação marcava o início de uma nova etapa. Os proprietários desses grandes iates eram, em sua maioria, empresários extremamente ocupados. Eles não tinham tempo — e muitas vezes nem interesse — em administrar a operação da embarcação. Por isso, contratavam empresas especializadas em Yacht Management ou gestores náuticos para cuidar de absolutamente tudo. Esse profissional era responsável por contratar e coordenar a tripulação, organizar escala...

O SEGURO DE UM SUPERIATE: COMO FUNCIONA A PROTEÇÃO DE PATRIMÔNIOS QUE PODEM SUPERAR R$ 150 MILHÕES

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Quando o superiate do Neymar apareceu em Angra dos Reis, muita gente ficou impressionada com o tamanho da embarcação, o heliponto, o luxo e o valor estimado entre R$ 120 milhões e R$ 150 milhões. Mas existe outro detalhe que quase ninguém comenta: como se protege um patrimônio desse tamanho? É aí que entra um mercado extremamente técnico e pouco conhecido, o dos seguros para superiates. Ao contrário do que muita gente imagina, não basta ligar para uma seguradora e contratar uma apólice. Quanto maior e mais sofisticada a embarcação, mais criteriosa é a análise de risco. O valor da embarcação é apenas o começo Um superiate não é apenas um casco com motores. Estamos falando de um patrimônio que pode reunir sistemas eletrônicos de última geração, comunicação via satélite, estabilizadores, geradores, automação, obras de arte, mobiliário exclusivo, jet skis, tenders, equipamentos de mergulho, brinquedos aquáticos e até helicópteros. Cada um desses itens representa um risco e pode...

AS GRANDES MARINAS E CLUBES NÁUTICOS DO BRASIL: A INFRAESTRUTURA QUE IMPULSIONA O MERCADO NÁUTICO

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O Brasil possui um dos maiores litorais navegáveis do mundo, com mais de 7.000 quilômetros de costa e milhares de rios, baías e ilhas que favorecem a navegação de lazer. Esse patrimônio natural permitiu o desenvolvimento de um mercado náutico cada vez mais estruturado, impulsionado pelo crescimento da frota de embarcações, pela evolução da construção naval e pelo aumento da demanda por serviços especializados. Nas últimas décadas, as marinas deixaram de ser apenas locais para atracação de embarcações. Hoje, transformaram-se em verdadeiros centros de negócios, oferecendo infraestrutura para manutenção, refit, retrofit, corretagem, charter, abastecimento, hotelaria, gastronomia, armazenamento, logística e atendimento técnico. Esse movimento acompanha uma tendência mundial. Nos principais polos náuticos da Europa e dos Estados Unidos, as marinas são consideradas parte fundamental da cadeia econômica do setor, funcionando como verdadeiros hubs de negócios. O Brasil segue esse m...