O superiate de aproximadamente 46 metros (150 pés) associado ao Neymar movimentou o mercado náutico. Mas a maior discussão não é o valor estimado em R$ 150 milhões.
A dúvida é outra: afinal, trata-se de um barco novo ou de um retrofit?
Nas redes sociais, muitos afirmam que a embarcação nasceu de uma plataforma existente e passou por uma transformação completa. Outros defendem que ela foi construída pela INACE como um superiate desde o início.
Até o momento, não há uma confirmação técnica pública que encerre essa discussão.
Independentemente da origem, uma coisa é certa: projetos desse porte exigem engenharia naval de alto nível, planejamento e rigor técnico.
Como profissional do setor, acredito que o mais importante não é saber se começou do zero ou de uma plataforma existente, mas reconhecer a capacidade da indústria naval brasileira em entregar embarcações desse nível.
E você, acredita que é um superiate totalmente novo ou resultado de um grande retrofit? Deixe sua opinião nos comentários.
Ney Broker
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